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CONFIRA A RECEITA DO ESPETO DE TAPIOCA COM QUEIJO COALHO

A chef Taiana Laiun fez uma receita diferente com toque junino. Ela produziu um 'churrasquinho' junino bem diferente.

Taiana Laiun criou o churrasquinho junino para o São João (Foto: Reprodução/TV Liberal)

O mês de junho chegou e com ele as tradicionais festas juninas. Neste período as comunidades se reúnem para produzir o arraial junino, onde acontecem as danças de quadrilhas e, é claro, a venda de comida típica do período.
E nesse ritmo de festa junina, o ‘É do Pará’ foi conversar com a Taiana Laiun, chefe de cozinha há cinco anos e que vai nos ensinar o espeto de tapioca com queijo coalho, prato que ela criou com ingredientes dessa época de São João.

* 500g de farinha de tapioca
* 1 litro de leite
* 4 colheres de sopa de açúcar
* 200g de coco ralado
* 500g de queijo coalho
* 1 colher de sopa de sal

* 1 pacote de espeto para churrasco

Em uma panela grande coloque o leite e ferva, em fogo médio. Depois, despeje a tapioca, em seguida o coco ralado, o açúcar e o sal. Misture até ficar no ponto de mingau. O segredo é deixar no fogo até que a massa desgrude do fundo da panela.
Forre uma assadeira com papel manteiga e passe um pouco de manteiga para não correr o risco de grudar. Despeje o mingau de tapioca, espere esfriar e leva à geladeira por cerda de duas horas.

Depois do tempo na geladeira, corte em cubos o mingau e coloque no espeto de churrasco, intercalando com o queijo coalho. Em seguida, coloque na chapa bem quente para dourar.
Depois de dourado é só servir e comer!


Fonte: G1PA

PRAIA DO LAMBE: RUSTICIDADE E BELEZA NO PARÁ

Em 2018, destacou-se no verão paraense a Praia do Lambe (ou Praia do Lembe, as duas maneiras são usadas) na Vila de Camará, município de Marapanim, nordeste paraense, se mostrando um roteiro diferente para quem gosta de lugares rústicos. 


Formada por uma grande faixa de areia na maré baixa, o acesso ao lugar pode ser feito a pé. Contudo, quando a maré fica cheia, o acesso são se torna possível por meio de pequenas embarcações (rabetas e canoas) que fazem a travessia, pois o lugar fica parecendo uma ilha. 
A praia antes frequentada por pescadores, hoje é visitada por turistas de todo o estado. A praia do Lambe é um local extremamente exótico sendo uma excelente opção para quem curte a natureza sem muita badalação das praias mais famosas de região como Crispim.
Ao redor desta ilhota, você ainda conta com áreas de mangue e vários currais - estrutura montada por pescadores para captura de pescado - criando assim um ambiente ainda mais natural.


O poder público, ainda sem preocupação com o potencial turístico do lugar, não criou uma estrutura para receber o turista. Na praia existem algumas barracas, que eram usadas pelos pescadores para descanso, que os moradores do lugar foram transformando em pequenos restaurantes, que por sinal servem uma comida caseira muito saborosa. 

No cardápio dos restaurantes predomina o peixe frito - principalmente a gó, que é farta na região - e o caranguejo toc-toc. Ou seja, não espere encontrar pratos sofisticados, tudo é simples e saboroso.
Aproveitando o sucesso da ideia, redes são armadas na beira da praia para garantir o relaxamento do visitante.
Não se espante de ver pessoas levando caixa térmica para comprar pescado. Pois, a prática é muito comum pelos frequentadores do lugar, já que o preço baixo e a qualidade do produto são imbatíveis. Dessa forma a negociação é feita toda ali com os próprios pescadores. Mas não se preocupe que não vira um mercado de peixe a céu aberto; os compradores vão até uma área no fim da praia onde são ancorados os barcos! 


Como chegar?
O acesso ao local, é por um caminho que fica em frente a igreja Matriz da Vila de Camará, na estrada que liga Marapanim à praia de Crispim. Você logo vê uma estrada asfaltada que leva à pequena vila.


Fonte: 
adoisporai.com.br/praia-do-lambe/




As memórias da assombração de Josephina Conte, a 'Mulher do Táxi'

Josephina Conte, uma das "visagens" mais famosas de Belém, também chamada de "Moça do Táxi", ainda possui parentes que relembram suas histórias

Além da culinária e diversos locais que chamam a atenção de turistas do mundo todo, Belém também cultiva diversas histórias de assombrações, ou as famosas "visagens", como foram imortalizadas por Walcyr Monteiro no livro "Visagens e Assombrações de Belém".Uma das histórias mais famosas da compilação organizada por Walcyr é a "Mulher do Táxi", onde uma moça pede para ser levada de carro por diferentes pontos turísticos da cidade, e depois ser deixada em casa.Ela está sem dinheiro e diz ao taxista para voltar no dia seguinte ao endereço para receber o pagamento do pai, alegando que o passeio é seu presente de aniversário. Mas ao voltar no endereço para receber o valor, o taxista descobre que a moça está morta há anos.A personagem que inspirou a história foi Josephina Conte, que morreu aos 16 anos com tuberculose. Rita Conte é uma das parentes vivas da mulher que inspirou a história, e relembra ter passado a adolescência sempre ouvindo falar da "meia-tia" com admiração.


"A verdade é que a gente é distante mas não tanto. O meu avô, quando foi vivo, sempre deu toda a assistência do mundo para minha família. Então a primeira vez que ouvi falar da Josephina sempre foi de uma forma de comoção. Ainda não estava solidificada a história da 'moça do táxi', isso aconteceu mais próximo da década de 70. Antes disso eu só ouvia falar dela com admiração, de como ela morreu jovem e coisas do tipo", conta.

Além da culinária e diversos locais que chamam a atenção de turistas do mundo todo, Belém também cultiva diversas histórias de assombrações, ou as famosas "visagens", como foram imortalizadas por Walcyr Monteiro no livro "Visagens e Assombrações de Belém".Uma das histórias mais famosas da compilação organizada por Walcyr é a "Mulher do Táxi", onde uma moça pede para ser levada de carro por diferentes pontos turísticos da cidade, e depois ser deixada em casa.Ela está sem dinheiro e diz ao taxista para voltar no dia seguinte ao endereço para receber o pagamento do pai, alegando que o passeio é seu presente de aniversário. Mas ao voltar no endereço para receber o valor, o taxista descobre que a moça está morta há anos.A personagem que inspirou a história foi Josephina Conte, que morreu aos 16 anos com tuberculose. Rita Conte é uma das parentes vivas da mulher que inspirou a história, e relembra ter passado a adolescência sempre ouvindo falar da "meia-tia" com admiração.

Retrato de Josephina Conte, recriado por alunos de Comunicação Social em 2015 (Reprodução / YouTube)

"A verdade é que a gente é distante mas não tanto. O meu avô, quando foi vivo, sempre deu toda a assistência do mundo para minha família. Então a primeira vez que ouvi falar da Josephina sempre foi de uma forma de comoção. Ainda não estava solidificada a história da 'moça do táxi', isso aconteceu mais próximo da década de 70. Antes disso eu só ouvia falar dela com admiração, de como ela morreu jovem e coisas do tipo", conta.

Rita é "meia sobrinha" de Josephina porque, segundo ela, o avô teve duas famílias, e ela seria filha da segunda. "Meu avô tinha duas famílias: uma com a minha avó; e a outra família mais tradicional, com a mulher que era italiana, com quem ele teve cinco filhos, incluindo a Josephina", relembra."Minha avó não era a mãe da Josephina, era a outra parte da família, com quem ele teve sete filhos e registrou os sete com o nome Conte, daí a origem do nome. Na década de 30, apesar de não ser bem visto um comerciante com duas famílias, era algo aceito", conta Rita.


Mito e Devoção

Ela relembra ainda que durante sua adolescência não existia o mito da "Mulher do Táxi" de uma forma tão forte, e que não tinha consciência do que era a família, já que Josephina morreu muito jovem.

"As pessoas acreditam muito, e eu não sabia o que era de fato. Até que uma vez, quando trabalhei em uma rádio nos anos 80, um senhor ligou perguntando se o Conte do meu sobrenome tinha a ver com a família da Josephina. Ele era devoto dela, e acho que foi nesse dia que tive a noção do que era. Disse para mim mesma: 'Meu Deus! Ele é devoto', e foi me conhecer como se fosse algo de outro mundo. Disse que alcançou várias graças por conta dela", relembra.

No final de 2018, Rita teve um encontro com um outro neto de seu avô, Paulo Conte. Ele era filho de Rosário Conte, o irmão mais velho de Josephina, e veio a Belém vasculhar o apartamento de sua mãe, que foi colocado à venda posteriormente. No encontro, Rita diz que Paulo a mostrou fotos de Josephina ainda viva e outras feitas em seu velório, com a moça no caixão.

"Quando vi as fotos disse o que significava aquilo e ele não tinha noção que nossa tia e a lenda tomaram proporções inimagináveis. Fotografar morto antigamente era muito comum, e imagina importância disso hoje. Mas ele não ligou muito para a coisa da lenda e do mito. Não sei se passava longe da família ou ele não gostava", disse.

Rita conta que sua avó começou a trabalhar aos 16 anos na fábrica de sapatos do pai de Josephina. Os dois então tiveram filhos, incluindo a mãe de Rita. Ela explica que no início, quando a história da "Mulher do Táxi" começou a ficar famosa, houve também um rumor de que seu avô teria sido uma das primeiras pessoas a ter carro em Belém, o que pode ter resultado na lenda. A mãe de Rita também era a única filha mulher do casamento com avó, e conta que a relação dos dois era similar a que ele tinha com Josephina.

"Eles eram loucos um pelo outro. Minha mãe nasceu em 1934, quando a Josephina já era morta. No aniversário da minha mãe ele sempre ia até a casa da minha avó, buscava minha mãe, passeava, dava presentes e devolvia ela no final da tarde com roupas novas e sapato combinando. Isso era algo que ele também fazia com a Josephina", conta Rita. "Por isso que a história do táxi tem essa origem. Ele contava que se fosse dirigindo não teria graça porque não veria a reação dela; então eles iam em um táxi para passear de braço, como fazia com minha mãe".

O ato de afeto repetido em todos os aniversários, e que levou a criação da história da "Mulher do Táxi", segundo Rita, também se devia ao fato de o avô ser da religião espírita. "Isso fazia com que ele acreditasse que minha mãe fosse uma reencarnação da Josephina, já que ele sofreu muito com a morte dela e acreditava que por ela ter morrido muito jovem, havia morrido sem pecados", finaliza Rita. 

(Fonte: oliberal.com)

CRÔNICA DA CIDADE – A EXPRESSÃO MAIS PAI D’ÉGUA

O paraense usa uma expressão que para o resto do Brasil pode ser considerada xingamento. Por aqui, é natural que essa palavra seja dita e escutada inúmeras vezes, para mostrar diferentes sentimentos e emoções.


“Égua” é a fêmea do cavalo, mas em Belém pode significar qualquer outra coisa. É como se fosse a vírgula do paraense, sabe. É tão natural que parece que antes dos bebês paraenses falarem “mamãe” eles já soltam um “égua”, pra mostrar de onde vêm. 

Mas vamos lá. Como dito lá em cima, a expressão pode significar qualquer coisa…
Quando o paraense acaba de subir no ônibus e percebe que já está suando. “Égua do calor, mano!”, como uma reclamação. E quando o motorista do ônibus parece que tá em uma perseguição policial: “Égua, motora, dá uma diminuída aí”, como uma advertência. 

Digamos que o paraense está andando no shopping e passa em uma loja onde tem uma roupa que super te interessa. “Égua da roupa linda!”, aí um tom de surpresa.

Agora digamos que você entra na loja para verificar a roupa e de repente…“Égua da roupa cara!”, aí está, como revolta. 

Outra situação, quando o paraense está indo em direção ao carro e percebe que uma manga caiu no para-brisa. “Égua, não acredito!”, como um sentimento de raiva.

E quando o paraense está andando na rua e vê dois caras em uma moto, mas por sorte eles passam direto. “Égua do susto que eu levei!”. Aqui o sentimento é de espanto, e um pouquinho de alívio porque né…
E quando duas amigas se encontram na rua e uma solta “Égua, mana! Tenho um babado pra te contar!”. Não é um xingamento para amiga, pode ser uma expressão de ansiedade ou um leve suspense. E quando a amiga conta que o babado foi que ela voltou com o ex novamente a frase para expressar a decepção é “Égua, não acredito que tu fez isso!”

Ah, a palavra também pode ser utilizada para expressar felicidade. Quando o paraense chega em casa e tem açaí lhe esperando: “Égua, isso sim é ser bem recebido!”. E finalmente, ao terminar de tomar o açaí ele ainda solta um “Égua do açaí pai d’égua!”. 

Também tem aquela situação de quando o paraense precisa colocar a roupa no varal e de repente a chuva se forma: “Égua, lá vem o toró”, expressando descontentamento e até uma tristeza. 

Vale também pra fazer declaração: “Égua, sou doido por ti!”.

Vale pra reclamar: “Égua, mano, olha por onde tu anda”.

Vale pra contar uma novidade: “Égua, nem te conto”.

Vale pra terminar uma relação: “Égua, não dá mais. Cansei”.

Vale pra comentar sobre algo muito bom: “Égua, essa série é muito boa”.

Como eu disse, vale mesmo pra qualquer situação. 

Mas o que quero concluir mesmo é que “Égua da expressão pai d”égua!”. Dá um orgulho danado de viver aqui. 


Fonte: expedicaopara.com.br

VINHO DE MANDIOCA LANÇANDO POR MULHERES INDÍGENAS NO MERCADO DE SANTARÉM NO PARÁ

Foto - Mariane Chaves com o Mani-Oara; bebida criada a partir dos saberes da comunidade aliado ao conhecimento acadêmico 
Créditos: Bob Barbosa

"Percebemos que temos muitos conhecimentos e recursos nas nossas comunidades"

Em Surucuá, na Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, duas mulheres, agricultoras e indígenas, retornam à comunidade para pôr em prática o que aprenderam nos anos que estudaram fora. Elas hoje estão à frente de uma iniciativa na qual derivados tradicionais da mandioca ganham toques de sofisticação a partir de conhecimentos acadêmicos adquiridos por elas em universidades.

É o que conta Raquel Tupinambá, bióloga com mestrado em Botânica e que agora se divide entre São Pedro do Tapajós, aldeia indígena vizinha à Surucuá, e a Universidade de Brasília, onde é doutoranda em antropologia. “A saída minha e de Mariane, que é minha irmã, da comunidade, para estudar fora, nos possibilitou ter uma visão diferente de quando a gente morava na comunidade. A gente pode perceber que tem muitos conhecimentos e recursos nas nossas comunidades.”


O projeto Mani-Oara, que conta com uma pequena fábrica artesanal em Surucuá, já vem comercializando seus produtos, principalmente o Vinho de Mandioca, em feiras e lojas de Santarém e Alter do Chão, no oeste do Pará. Mariane Chaves, agricultora e mestre em agroecologia pela Universidade Federal de Viçosa, explica a escolha do nome: “Mani-oara é uma formiga. Contando a história das formigas, que juntas são mais fortes, a gente pensou em colocar no nosso produto maior o nome do nosso projeto: Mani-Oara.”

Mariane recorda como surgiu essa ideia: “Em 2016, com o trabalho da Raquel no mestrado, a gente percebeu a necessidade de uma valorização maior da mandioca. A gente resolveu trabalhar com dois produtos, que é o vinho de mandioca, que a gente chama de Mani-Oara e o Tucupi Preto, que é mais conhecido nas outras regiões, tipo Belém e no Rio Negro.”

Durante a pesquisa de mestrado, Raquel identificou mais de 40 variedades de mandioca manejadas em Surucuá e comunidades vizinhas. Ela percebeu que mesmo sendo a mandioca uma cultura tradicional, é possível encontrar novas alternativas em sintonia com preceitos da agroecologia e ao mesmo tempo com o modo de vida local. “A gente já maneja a mandioca há milênios. Nossos antepassados sempre manejaram. Observando e pesquisando sobre a mandioca, eu comecei a perceber a importância da gente construir uma cadeia produtiva e nela pensar produtos que possam chegar nos mercados mais distantes.”

O vinho que elas produzem não é um licor, em que se adiciona, por exemplo, uma fruta em determinada bebida já fermentada, originando um novo produto. O processo de fermentação do vinho Mani-Oara, ao seu modo, inicia-se a partir de microorganismos isolados de uma outra bebida derivada da mandioca, como explica Mariane.

“O Tarubá e o Caxiri são bebidas indígenas que vêm sendo usadas desde os ancestrais. Aí a gente pensou: por quê não fazer um outro derivado. E como que a gente fez isso? Nós isolamos alguns fungos da bebida do tarubá. Após a desintoxicação da massa da mandioca, colocamos estes fungos pra fazer o processo de fermentação do Vinho de Mandioca. Então a gente chegou em 8% de teor alcoólico.”

Aliar saberes tradicionais das comunidades da Resex Tapajós Arapiuns a conhecimentos científicos tem sido uma experiência estimulante, como descreve Raquel. “Comecei a fazer os primeiros experimentos em casa e a partir daí a gente começou a se organizar. O conhecimento acadêmico possibilitou o isolamento de microorganismos presentes nas bebidas. Foi essa interação: o conhecimento tradicional com o conhecimento acadêmico.” E, somando, veio a participação das comunidades envolvidas, como ressalta Mariane. “Nós estamos organizados em uma associação, que é a Ampravat (Associação de Micro Produtores Rurais e Indígenas de Amorim a Vista Alegre do Tapajós), que pega várias comunidades, que estão participando desse projeto e que estão super animadas.”

Raquel considera que o objetivo é mais que oportunizar renda. “As mulheres são protagonistas na produção de alimentos. São elas que cuidam principalmente da roça, da produção dos quintais, e muitas das vezes são invisibilizadas pela sociedade, pelos seus maridos, que acabam não percebendo todo esse papel da mulher na sociedade amazônida. Por ser mulher também, pensamos: a gente tem que fazer algo que dê visibilidade para nós mulheres. A ideia do projeto não é só a produção pelo dinheiro, mas também proporcionar às mulheres oficinas, trocas de saberes, reuniões políticas. A gente já levou uma oficina de ginecologia política. Foi muito legal as mulheres conhecerem mais o corpo, não ficar com muito receio do uso do seu corpo.

Professora e moradora de Alter do Chão, Thais Medeiros é uma das apreciadoras da bebida feita em Surucuá. “Essa alegria de beber o vinho, sabendo que é oriundo de projetos de sustentabilidade, e que trabalha com a cultura, com o bem viver, com a preservação dos saberes e dos usos. E feito numa comunidade dentro de uma reserva extrativista, que é a Tapajós Arapiuns. Eu sugiro que todos tenham a oportunidade de provar o Vinho de Mandioca.”

Interessado em abrir espaço ao Mani-Oara, o micro-empresário Harald Weinert elogia: “A iniciativa de trabalhar em cima da mandioca, a cultura tradicional aqui da Amazônia, e dar uma aprimorada, um acabamento diferenciado, achei muito boa. Eu falei pra moça que está produzindo para usar o meu ponto de açaí aqui também como um canal de venda, não só para gerar renda pra mim, mas também para as comunidades rurais.”

By: Daniela Stefano

SEJA UM DESBRAVADOR E ESCOLHA A AMAZÔNIA COMO PASSEIO TURÍSTICO

Aqui estamos nós mais uma vez te incentivando e te mostrando o porquê, você deve conhecer e explorar a Amazônia Brasileira. Até porque, a Amazônia concentra mais da metade das florestas tropicais de todo o globo terrestre. Você sabia disso?
Pois bem, só por essa informação, eu já sinto uma necessidade enorme de arrumar as malas e embarcar nessa aventura, uma imensidão de belezas naturais e riqueza de vida selvagem que a floresta amazônica abriga. Sendo assim, hoje nós listamos alguns dos motivos mais importantes para você que está pensando em se aventurar no turismo na Amazônia. Preparados?
Variedade de Atrativos - Aqui no Brasil, um país rico em belezas naturais, ainda é pouco os destinos de viagem que oferecem um "cardápio" de oportunidades únicas e variadas de encontro vivo com a biodiversidade, como a região amazônica. Se você é um fã da vida selvagem ou, um curioso nato, a Amazônia com certeza é o seu próximo destino. Por aqui, é impossível você não se encantar, temos certeza de que sua experiência será inesquecível.
Existem trilhas terrestres e aquáticas cujas atividades turísticas podem ser de difícil acesso, mas, existem profissionais especializados disponíveis para tornar cada segundo seu na região, único e encantador.
Em Manaus e regiões próximas, o que não vai faltar são atividades e programas em contato direto com a natureza. E nós, do Portal Fato regional, trouxemos alguns para vocês:
Nado com Boto Cor-de-Rosa - Quem aqui conhece ou já ouviu falar do Boto Cor-de-Rosa? Pois bem, eles são também, carinhosamente chamados de golfinhos de água doce. E, com certeza, sua experiência de viagem para a Amazônia, na companhia dessa galerinha, ficará ainda mais completa e empolgante.
Um dos personagens mais icônicos da região, o boto-cor-de-rosa, é um animal que representam a essência do Rio Negro e, não se preocupe, eles são criaturas encantadoras de tão dóceis e, só chegam até você, através dos instrutores que ficam auxiliando os turistas, para que o convívio com eles e, a alimentação dos mesmos e suas práticas na água, sejam inesquecíveis.
Além disso, eles adoram aparecer para as câmeras. Ama uma selfie, logo, as oportunidades fotográficas na prática são uma excelente opção, durante o passeio.
O encontro das águas - Aposto que muitos de vocês ainda não ouviram falar do fenômeno hidrológico que ocorre nas regiões amazônicas, o famoso "Encontro das Águas". Bem, posso garantir que é inesquecível.
Uma atração que surge devido o encontro dos Rios Negro e Solimões. Não, não é aquela dupla sertaneja, porém, eles se inspiraram nesse fenômeno, devido sua magnitude em forma de beleza. O turista que for a este encontro, é possível observar as águas escuras e barrentas entrando em confluência, porém, elas não se misturam. E sabe por quê? Por que há uma diferença entre as temperaturas e densidades das águas em questão. Louco, não é mesmo?
O fenômeno pode ser observado até mesmo de longe, lá do Mirante, por exemplo. Porém, se você deseja ver mais de pertinho este "encontro sem mistura", existem passeios de barco até as proximidades do encontro. Mas, um alerta importantíssimo: não pense em nadar nessas águas, assim como belas, elas são extremamente perigosas e profundas. Mas eu sei que você não vai pular do barco, certo?
Comunidade - A Amazônia é mesmo um cantinho do Brasil que sempre que você vai, a vontade de voltar, segue na bagagem também. Isso porque, uma das principais características do turismo na Amazônia é a comunidade local e seus hábitos. Isso agrega ao turista uma oportunidade de vivenciar a cultura de um povo com diferentes costumes que você, com certeza, não estão nada habituadas.
Um lugar repleto de vilas e pousadas, deixando os turistas bem à vontade para apreciar de perto a culinária local, um pernoite num quarto simples e aconchegante, atividades de pesca e, um dos momentos mais incríveis, a observação de jacaré. Sem contar nas visitas às casas dos Caboclos.
Fala a verdade, até agora, você só encontrou bons motivos para viver uma experiência que te possibilitará enxergar a vida com outros olhos, não é mesmo? E tem mais...
Tribos Indígenas - Alguém aqui, já esteve cara a cara com os índios brasileiros? Pois bem, as tribos da Amazônia têm o hábito de receber turistas, desde que, a prática seja guiada por operadoras sérias de turismo.
Uma das tribos que costumam receber bastante visitantes é a tribo Dessana. Existem espaços na região que os índios não podem realizar caça ou intervir, pois a região da floresta é protegida, sendo assim, eles acabam por se beneficiarem do turismo, para vender objetos artesanais produzidos por eles.
Você vivenciará os rituais que eles executam as danças típicas e ouvir arranjos em instrumentos próprios das tribos. Uma troca de valores e experiências que ficará marcada.
Parque Nacional de Anavilhanas - Durante seu passeio pela Amazônia, um dos lugares que você não pode deixar de conhecer é o Parque Nacional das Anavilhanas. Um incrível arquipélago que agrupa mais de 400 ilhas e, é considerado um dos maiores conjuntos de ilhas em água doce do mundo. Simplesmente IN-CRÍ-VEL!!!
E mais, aqui, você trafega por um maravilhoso labirinto fluvial, cheio de canais que te levam a diversos outros passeios pela região, como praias de ilhas e trilhas aquáticas, os trechos são literalmente alagados de flores.
A localidade fica entre Manaus e Novo Airão e, todo ano recebe dezenas de turistas.
Vida Selvagem - E para finalizar, agora vamos falar um pouquinho sobre aquele que talvez, seja o motivo que mais atraia os turistas para a Amazônia, a possibilidade de observação da vida selvagem.
Mesmo que se trate de um lugar cuja biodiversidade é abundante e uma rica vida selvagem, a prática de observação das espécies não é vista com tanta facilidade como no Pantanal, por exemplo. Porém, se você estiver acompanhado de um bom guia ou equipe de turismo especializado, você irá desbravar o melhor da floresta amazônica e, atravessar os melhores lugares para observação da selva, incluindo diversas espécies de pássaros e macacos.
Agora, se seu espirito de aventureiro pedir mais, você ainda poderá se arriscar num passeio de observação à noite e, talvez, possa avistar as mais distintas criaturas noturnas, como a onça por exemplo.
Então, que tal, curtiu as nossas dicas de turismo na Amazônia? Nosso maior prazer e satisfação, é poder ajudá-lo a decidir positivamente pela viagem até a Amazônia, pois, sabemos que será uma experiência única.

Por Kátia Vieira.

POR QUE DEVO USAR AÇAÍ EM PÓ?

O açaí é uma fruta típica da região amazônica que já conquistou todo o Brasil graças à sua versatilidade. Algumas das receitas que usam o ingrediente são sucos, vitaminas, sorvetes e, até mesmo, doces típicos como o brigadeiro. Entre os benefícios oferecidos pelo açaí estão seus antioxidantes. Além disso, ele é rico em cálcio, ferro, magnésio, vitaminas, fibras e minerais.

Aliás, na gastronomia, o açaí em pó é uma das formas mais usadas, já que pode ser adicionado a diferentes preparos. Ele também é excelente para a produção de barras, não ocupa espaço no freezer como a polpa, não tem conservantes e apresenta alto rendimento e retenção de cor, de sabor, de aroma e de nutrientes.

Abaixo, explicamos as principais vantagens do açaí em pó e como usá-lo no dia a dia. Confira!

O que é açaí em pó?
O açaí em pó foi desenvolvido para facilitar a rotina das pessoas, pois pode ser adicionado rapidamente a diferentes tipos de preparos. Essa versão nada mais é do que a fruta desidratada, podendo ser encontrada facilmente em diversas lojas, tanto físicas quanto online.

Uma dica importante é conferir a embalagem do produto, certificando-se de que o pó seja 100% açaí, já que pode haver misturas. Hoje em dia, algumas marcas conseguem fabricar açaí em pó mantendo as principais propriedades do produto in natura, o que é ótimo não apenas para valorizar as receitas finais, mas também para garantir os benefícios que as pessoas procuram ao consumir a fruta.

Além das características nutricionais, o açaí em pó mantém o aroma e o sabor do produto in natura, não causando nenhum prejuízo de sabor quando usado nas receitas. Justamente por isso é que a versão tem ganhado espaço tanto na indústria quanto nas cozinhas de pequenos negócios.

Para que serve?
Na indústria alimentícia, o açaí em pó é usado na fabricação de bolos, pães, granolas, barras de cereal e sobremesas em geral. Até mesmo a indústria de cosméticos tem apostado nele para criar xampus, hidratantes, sabonetes, entre outros produtos.

Em casa, o açaí em pó é perfeito para valorizar iogurtes, sorvetes, sucos e smoothies, por exemplo. Para quem trabalha no ramo da confeitaria, a dica é apostar no produto para criar pratos como bolos, recheios e doces de festas. Vale a pena usar a criatividade e elaborar receitas únicas, que poderão valorizar o cardápio do negócio.

Como usar o açaí em pó?
Usar o açaí em pó no dia a dia é bem simples, bastando adicionar a quantidade desejada diretamente nas bebidas ou nas frutas ou mesmo misturando com água. Para o preparo de receitas que serão comercializadas, o ideal é fazer alguns testes para se chegar ao sabor desejado.

Para quem está começando a trabalhar com o açaí, uma receita básica é o brigadeiro. Para prepará-lo, você precisará dos seguintes ingredientes:
1 lata de leite condensado;
1 e ½ colher (sopa) de açaí em pó;
½ colher (sopa) de manteiga sem sal.

Leve todos os ingredientes ao fogo médio, mexendo sempre até começar a desgrudar do fundo da panela. Após retirar do fogo, deixe o brigadeiro esfriar e, em seguida, enrole e passe no confeito desejado — que pode ser chocolate granulado, raspas de chocolate ou o que você preferir.

O açaí em pó é tão versátil quanto qualquer outra versão da fruta, ou seja, é o ingrediente perfeito para quem está começando a trabalhar com esse sabor tão brasileiro e precisa de variabilidade.

E se você já quer adquirir o seu açaí em pó, aproveite para conhecer as opções disponíveis no site da Nova Safra e compre agora mesmo! 

(Por blog.novasafra.com.br)

UMA FLORESTA ENCANTADA EM ALTER DO CHÃO

No período de dezembro a junho, o inverno chega a nossa região, fazendo com que as nossas maravilhosas praias fiquem debaixo d'água; Praias como a de Alter do Chão que no período dos cinco dias do festival do Sairé, atrai mais de 10 mil pessoas de todos os lugares. 
Mas com a praia alagada, o que então temos para apreciarem Alter? Sol de menos, água de mais, aparecem novas formas da natureza revelar suas belezas. Esse é o caso da FLORESTA ENCANTADA do Caranazal, que fica a cerca de três quilômetros de Alter do Chão, às margens da rodovia Everaldo de Sousa Martins (que dá acesso ao balneário). 


O lugar denominado pelos antigos moradores de Cabeceira do Cuicuera há 10 anos foi identificado como atrativo turístico e recebeu o nome de Floresta Encantada. A visita ao local é feita na companhia dos moradores e catraieiros que também trabalham como guias e acompanham os turistas mostrando as belezas do lugar, enquanto narram suas histórias. 
A Floresta Encantada recebe, em média, mil visitas por ano, durante os meses de março a julho. Nesta época, os igarapés transbordam e se forma um igapó. O passeio é feito em canoas que duram cerca de uma hora. Visitar a Floresta é como fazer uma trilha, mas de canoa. A paisagem se confunde: as águas calmas criam um efeito espelhado e o visitante fica cercado pela vegetação. 
O silêncio e a tranqüilidade são marcantes. A cada pequena distância percorrida, ficamos encantados com a diversidade da fauna e da flora, e acompanhamos várias espécies de orquídeas que embelezam ainda mais a paisagem, e pássaros sobrevoam ao nosso redor, dentre eles podemos citar as garças e gaivotas, que são típicos de todas região inundada. Se tivermos sorte, podemos até flagrar a luta pela vida, como perseguição de peixes, a garça alcançando seu alimento, ou animais na beira do rio. 
E os poucos raios de sol que invadem a floresta, iluminam o caminho estreito, em uma proximidade com a natureza durante o passeio. O mais interessante é que existe em meio a floresta um restaurante que serve pratos maravilhosos, tudo muito regional. Uma ótima opção de turismo também, e nada melhor que uma saborosa refeição em meio a pura natureza, respirando o ar mais puro em total contato com paisagens exuberantes de acalmar qualquer pessoa, acostumado ou estressado com o dia a dia. 

(Por revistaviaamazonia.blogspot.com)

BOMBOM DE CUPUAÇU E CASTANHA-DO-PARÁ


Aprenda mais essa deiciosa receita regional.




- Crocante de castanha
meia xícara (chá) de castanha-do-pará picada
meia xícara (chá) de açúcar
Doce de Cupuaçu
200 g de polpa de cupuaçu
1 lata de Leite MOÇA®
1 colher (sopa) de manteiga
Modelagem
1 tablete de Cobertura Chocolate com Leite NESTLÉ® (500 g)



- Crocante de castanha
Esta sobremesa de cupuaçu começa assim: em uma panela, derreta açúcar até formar um caramelo dourado, porem ainda claro. Retire do fogo, acrescente a castanha-do-pará e mexa delicadamente, incorporando todo o caramelo. Coloque em uma superfície lisa untada com manteiga, formando uma camada fina. Espere esfriar e endurecer. Coloque os pedaços dentro de um saco plástico firme e, com o auxílio de um rolo de macarrão , triture, formando o crocante. Reserve.

Doce de cupuaçu
Faça o doce de cupuaçu: em uma panela, misture a polpa de cupuaçu, o Leite MOÇA e a manteiga e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até desprender do fundo da panela (cerca de 15 minutos). Transfira para um prato untado com manteiga e espere esfriar.

Modelagem
Hora de montar sua receita de bombom de cupuaçu com castanhas: faça a temperagem da Cobertura de Chocolate NESTLÉ conforme as instruções da embalagem. Escolha formas de bombons de sua preferência (com cerca de 40 ml de capacidade) e preencha-as com a Cobertura de Chocolate NESTLÉ. Vire a forma com as cavidades para baixo, retirando o excesso e deixando apenas o revestimento das cavidades. Mantenha a forma virada e leve-a à geladeira até o chocolate secar (cerca de 2 minutos). Retire da geladeira e recheie com uma porção do crocante de castanha e uma porção do doce de cupuaçu (cerca de 1 colher de chá). Feche os bombons, cobrindo-os com a Cobertura de Chocolate NESTLÉ. Nivele com uma espátula, retirando o excesso, e leve à geladeira até o fundo da forma ficar opaco. Retire e desenforme os bombons. Sirva a seguir.

DICA
Para esta receita de doce de cupuaçu, caso não encontre o cupuaçu fresco, prepare esta receita utilizando polpa de cupuaçu congelada.
Se a Cobertura de Chocolate estiver temperada corretamente (resfriada na temperatura ideal), os bombons formam-se rapidamente. O fundo opaco significa que estão se soltando da forma e, portanto, prontos para ser desenformados. Aí, é só saborear seu bombom de cupuaçu.





APRENDA A PREPARAR UM DELICIOSO SORVETE DE MANDIOCA


Seja chamada como mandioca, aipim ou macaxeira, a raiz está presente em diversas receitas da nossa gastronomia. Mas que tal ir além dos tradicionais pratos e pensar em outras possibilidades como, um sorvete? No livro ‘Casa de Farinha – Fábrica de Sonhos’, do autor e chef Marco Sousa, ele ensina o passo a passo para preparar a deliciosa sobremesa. Vamos aprender?


300 g de mandioca cozida e amassada
300 ml de leite
250 g de leite condensado
100 g de açúcar
180 g de creme de leite


Corte a mandioca em cubos menores, para facilitar no cozimento. Leve ao fogo até cozinhar, depois de esfriar, passe a mandioca em um espremedor de batatas. Coloque na mandioca cozida e amassada o leite e o açúcar. Leve ao fogo por 15 minutos. Quando a mandioca e o leite já estiverem fervidos, deixe esfriar na geladeira por 1 hora. Depois acrescente o leite condensado e o creme de leite. Bata na batedeira por cerca de 5 minutos, até ficarem misturados e formar uma massa homogênea. Coloque em um refratário e leve ao congelador e deixe descansar por 24 horas. Após este tempo o doce está pronto para ser servido. (ibahia.com).






ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO TURISMO PARA UM PAÍS

Agora que você já sabe o que é Turismo, precisamos falar sobre a importância do mesmo para um país, com fins de lazer, negócios e outros.
Investir no turismo é a melhor "arma" para um país captar recursos. A economia estuda a origem e a formação do valor turístico, uma vez que, o mesmo possa ser transformado em renda, medida pela produção e pelo consumo, e a forma como a mesma se distribui em uma determinada sociedade.
Está comprovado que o turismo é uma atividade de serviços que quanto mais se desenvolve, vai se tornando responsável pela satisfação de necessidades múltiplas de ordem intelectual, física, psicológica, cultural, social e profissional.
A Organização Mundial de Turismo (OMT), veio para alertar diversos países, sobre a importância do turismo e os mesmos passaram a enxergar o turismo como uma maneira de captar divisas e, logo passou a ter importância na economia de modo geral. No Brasil, foram criados dois órgãos para o incentivo e o desenvolvimento do turismo, o Conselho Nacional de Turismo (CONTUR) e a Empresa Brasileira de Turismo (EMBRATUR), que hoje atende como Instituto Brasileiro de Turismo, ligado diretamente ao Ministério de Esporte e Turismo.
O Turismo ajuda direta e indiretamente na geração de empregos de um país, mesmo que o turismo não seja um setor econômico independente. Fato é, o turismo é uma atividade que demanda muita mão de obra, pois, está alocada no setor terciário, gerando empregos diretos, induzidos e indiretos.
imagens da internet
Caracterizados como empregos diretos, é todo serviço prestado diretamente ao turista. Como assim? O turista negocia diretamente, sem intermédio de terceiros que é o caso dos estabelecimentos de alojamento, restaurantes, agência de viagem e outros.

Já os empregos induzidos, podemos observar que trata-se de uma espécie de serviço que resulta do desenvolvimento da atividade turística, ou seja, algo planejado, como os fornecedores que abastecem os hotéis.
Por último temos os empregos indiretos. Estes aparecem a partir da renda obtida pelas atividades produtivas dos residentes locais, ou seja, o turista gasta, e o dinheiro que ele pagou vai ser o salário de diversas áreas, como as empresas de transporte, hotéis, comércio (bens e serviços), etc.
O turismo é algo de extrema importância para a sociedade, além de contribuir para um melhor equilíbrio regional, contribui também para um maior equilíbrio intersetorial e interpessoal.

A transferência de renda gerada pelo turismo ao setor primário, secundário e terciário, é uma característica do equilíbrio intersetorial. E quando falamos em equilíbrio interpessoal, estamos falando sobre o fato da distributiva ser mais nítida, pois, de um lado, os maiores consumidores são os de renda mais elevada, e, de outro, as regiões receptoras são em grande parte, regiões menos desenvolvidas, de nível inferior de renda média.
Observamos também que o efeito causado pelo gasto dos turistas, em bens e serviços consumidos na localidade visitada, aumenta sim a geração de novos empregos e renda.
É de extrema importância que os nossos governantes enxerguem que, um estado torna-se ainda mais rico, quando ele tem o turismo em alta, pois, o mesmo é responsável por garantir emprego e renda, em qualquer época do ano, caso os nossos governantes saibam como torná-lo atraente aos olhos dos seus visitantes.
Por Kátia Vieira.




LASANHA DE TACACÁ


No Círio, tucupi é famoso e está em muitos pratos típicos, como pato no tucupi, arroz paraense, no tacacá. Mas que tal inovar na ceia de outubro? É o que propõe o chefe de cozinha Felipe Gemaque, que nos ensina a preparar a lasanha paraense.

Anote os ingredientes: para a massa da lasanha, você vai precisar de 300 gramas de trigo, três ovos, uma colher de sopa de azeite e sal a gosto.

Para o recheio: um litro de tucupi, quatro colheres de sopa de goma de tapioca, uma colher de sopa de trigo, 250 gramas de queijo muçarela em fatias, dois maços de jambú, 200 gramas de camarão seco, 200 gramas camarão rosa, sal, pimenta, alho, chicória e alfavaca a gosto.


Preparo
Em uma superfície lisa, coloque o trigo e faça um furo no meio. Quebre os três ovos e coloque no meio. Adicione azeite e sal a gosto. Mexa com as pontas dos dedos até o trigo se misturar. Amasse a mistura até virar uma massa. Com uma faca, divida em três partes. Com um rolo, estique a massa sempre colocando trigo para ajudar a não grudar. Faça o mesmo com os outros pedaços e reserve. Coloque um saco plástico em cima para não ressecar.

Agora é a vez do recheio. Em uma vasilha, misture a goma, trigo e um pouco do tucupi frio. O que sobrar vai para uma panela. Adicione também sal, chicória, alfavaca, e alho. Deixe ferver. Enquanto isso, dessalgue o camarão seco. É só deixar de molho na água. Depois tempere o camarão rosa com alho, sal e pimenta. Volte a panela e adicione a mistura que estava na vasilha. Mexa mais um pouco até ferver.

O próximo passo é a montagem. Em uma assadeira, coloque a mistura do tucupi, a massa que estava reservada, o queijo, os camarões e o jambu. Repita o processo mais uma vez. Por último, uma camada de massa e fatias de queijo. Leve ao forno médio por 20 minutos. Está pronta a lasanha de tacaca para o almoço do Círio.







Descubra o significado dos nomes dos Bairros de Belém

Belém neste mês de janeiro completou aniversário. Parte dessa história pode ser contada através dos nomes dos bairros da cidade, que trazem uma gama de significados. E você? Sabe o porquê dos nomes de cada bairro? Conheça aqui alguns.

Nazaré
É assim chamado por ser onde se encontra a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, que começou com uma simples capela, logo depois transformada em uma igreja, e agora representada na famosa basílica. Portanto, o surgimento bairro está intimamente ligado ao Círio de Nazaré e tudo que permeia a festividade.

Campina
O bairro se formou onde o comércio era mais representativo em Belém no século 17, nas redondezas da então chamada Praia da Campina, onde hoje é o mercado do Ver-o-Peso. A atividade comercial se intensificou na Belle Époque. Por isso, hoje chamamos o bairro de Comércio, apesar de seu nome oficial permanecer como Campina.

Reduto
O bairro ganhou esse nome devido a um antigo forte militar, conhecido como Reduto de São José, construído no século 18 para impedir invasões e ocupar esta área da cidade que, na época, era bastante alagadiça. No século 19 formou-se na área uma importante movimentação comercial que deu origem à Doca do Reduto no local onde hoje encontra-se a Praça Magalhães.

Batista Campos
Homenagem ao padre Batista Campos, que exerceu vários cargos de importância na vida política do Pará. Foi um dos inspiradores da Cabanagem. Antes, a praça tinha o nome de Salvaterra, sobrenome da proprietária do terreno.

Marco
O bairro foi criado no governo de Antonio Lemos, durante a Belle Époque. Ali era o marco regulatório que demarcava o limite final de Belém. Daí vem o seu nome.

Cremação
O bairro teve origem no antigo forno crematório construído durante a administração do Intendente Municipal Antônio Lemos. Foi o primeiro forno crematório da América Latina, que foi implementado junto com outras medidas de saneamento para a cidade. O propósito do forno era queimar lixo. Na época, uma das principais prioridades era manter a cidade limpa.

Terra Firme

O nome Terra Firme diz respeito à história do bairro, que no período de sua ocupação era uma área de terreno difícil, alagada pelo rio Tucunduba com travessia feita através de pontes improvisadas pelos moradores, que com o passar do tempo, foram aterrando o local tornando-o efetivamente “firme”. O nome Terra Firme veio então de uma brincadeira em tom de ironia dos moradores ao se referir ao seu bairro. Outro fato importante é que a prefeitura tentou mudar o nome do bairro para Montese, em homenagem a participação de soldados brasileiros na Batalha de Montese durante a 2a Guerra Mundial, em 1945. Porém, a população se uniu e fez um plebiscito votando para que o nome permanecesse Terra Firme.

Canudos
Homenagem à presença da força policial do Pará na campanha de Canudos, contra os cangaceiros, quando os paraenses derrotaram o reduto rebelde.

Fátima
Entre as décadas de 60 e 70 o bairro era conhecido como um lugar violento e com uma grande quantidade de matagal, fato esse que originou o nome de Matinha. A fim de mudar a imagem que o bairro tinha, o pároco da época, Padre Antonio Moraes Oliveira, com a construção do Santuário de Fátima, fez um abaixo assinado para mudar o nome para Bairro de Fátima.

Condor
Antigamente, em um alagado no rio Guamá, foi construído um aeroporto que ligava Belém à Europa. A companhia de navegação aérea alemã Condor Syndikat operava no local e deu nome ao bairro.

Guamá
O nome foi dado pela sua proximidade com o Rio Guamá.

Umarizal
Seu nome se deve ao Umari, uma árvore de fruta silvestre, típica do Pará, que existia em abundância no local à época de sua colonização. Grande parte das ruas do bairro foi nomeada em homenagem aos rebeldes que fizeram no Pará campanha de independência do Brasil, como João Balbi, Bernal do Couto, Boaventura da Silva, Jerônimo Pimentel, Domingos Marreiros, Antônio Barreto, Oliveira Belo, Diogo Moia, entre outros.


Telégrafo
Seu nome se originou do telégrafo sem fio instalado na região. Antes, tinha a denominação de São João de Bruno.

Jurunas
Seu nome é originário da tribo indígena dos Jurunas, ou Yudjá, que em Tupi-Guarani significa “bocas pretas” devido às tatuagens características do seu povo. Além do nome do bairro, outras ruas também receberam nomes inspirados em tribos indígenas, como Tupinambás, Tamoios e Mundurucus.

São Braz
Teve origem no culto que o povo paraense devotava ao glorioso santo, cuja procissão saía da Igreja das Merces para a de Nazaré.


(grupostatus.com.br)

APRENDA A FAZER UM BRIGADEIRO DE CUPUAÇU COM CASTANHA DO PARÁ

Mariany Simões casou e decidiu se dedicar exclusivamente a casa e a família. Mas, a rotina de dona de casa não durou muito tempo. Ela começou a se dedicar a cozinha e arriscou receitas de doces, que achou na internet.

Os testes deram certo e a dona de casa passou a vender brigadeiros para complementar a renda da família. Hoje ela vende pelas redes sociais e chega a fazer mais de 500 brigadeiros por final de semana. Mariany ensina nesta edição do É do Pará, a receita de brigadeiro de cupuaçu com castanha.

- uma lata de leite condensado

- uma colher de sopa de creme de leite

- uma colher de chá de manteiga

- duas colheres grandes de castanha do Pará triturada

- uma colher grande de polpa de cupuaçu

- 25 gramas de chocolate branco em barra

- e 15 castanhas do Pará.
Em uma panela, coloque o leite condensado. Uma lata de leite condensado rende até 15 brigadeiros grandes. Use o fogo em temperatura média. Quando esquentar, acrescente a manteiga e o creme de leite. Baixe o fogo e mexa sempre.
Quando a massa engrossar, depois de cerca de cinco minutos, coloque a castanha do Pará e o chocolate branco. Somente quando o brigadeiro começar a desgrudar da panela é hora de colocar o cupuaçu, para não ficar muito líquido.
Continue mexendo até alcançar o ponto de brigadeiro, quando ele desgruda totalmente da panela. 
Em seguida, basta colocar num prato para esfriar e depois e só enrolar.

Vídeohttp://g1.globo.com/pa/para/e-do-para/noticia/2016/04/aprenda-fazer-um-brigadeiro-de-cupuacu-com-castanha-do-para.html



MOQUECA PARAENSE DO CHEF THIAGO CASTANHO


Chef ensinou a receita no workshop sobre peixes no 'Super Chef Celebridades 2016'

CALDO DE PEIXE

50 ml de azeite
200 g de cebola cortada grosseiramente
2 pimentas-de-cheiro cortadas grosseiramente
200 g de alho com casca
200 g de tomate cortado grosseiramente
3 kg de cabeças de peixe
100 ml de vinho branco
6 litros de água
3 folhas de chicória do norte rasgada
1⁄2 maço de coentro picado grosseiramente

PIRÃO
30 ml de azeite
30 g de cebola roxa picadinha
30 g de pimentão verde picadinho
1 pimenta-de-cheiro picadinha
30 g de tomate picadinho
30 g aviú (ou camarão seco picadinho, ou camarão fresco picadinho)
1 l de caldo de peixe
80 g de farinha de suruí
2 colheres (sopa) de coentro picado grosseiramente

MOQUECA
30 g de pimentão vermelho cortado em rodelas
30 g de pimentão verde cortado em rodelas
30 g de pimentão amarelo cortado em rodelas
50 ml de azeite de castanha-do-pará
30 g de cebola roxa picada finamente
30 g de tomate sem semente picado
30 g de pimentão verde picado
1 pimenta-de-cheiro picada
1 litro de caldo de tucupi
3 colheres (sopa) de goma de mandioca diluída em 100 ml de água
600 g de lombo de pescada cortado em cubos grandes e temperado com sal
100 g de jambu cozido
4 camarões com cabeça, rabo e casca temperados com sal
2 colheres (sopa) de coentro picado grosseiramente

CALDO DE PEIXE
Em uma panela em fogo médio coloque 50 ml de azeite, 200 g de cebola cortada grosseiramente, 2 pimentas de cheiro cortadas grosseiramente, 200 g de alho com casca, 200 g de tomate cortado grosseiramente e refogue.
Adicione 3 kg de cabeças de peixe, 100 ml de vinho branco, 6 litros de água, 3 folhas de chicória do norte rasgada, ½ maço de coentro picado grosseiramente, misture, abaixe o fogo e deixe cozinhar, sem ferver por 1hora e 30 minutos. Em seguida retire do fogo, coe e reserve.

PIRÃO
Em uma panela em fogo médio com 30 ml de azeite, refogue 30 g de cebola roxa picadinha, 30 g de pimentão verde picadinho, 1 pimenta de cheiro picadinho e 30 g de tomate picadinho.
Adicione 30 g de aviú, 1 litro de caldo de peixe e misture. Acrescente, aos poucos +/- 80 g de farinha de suruí, mexendo sempre com um batedor de arame, até engrossar. Junte 2 colheres (sopa) de coentro picado grosseiramente, misture, retire do fogo e reserve.

MOQUECA
Coloque numa frigideira em fogo médio, 30 g de pimentão vermelho cortado em rodelas, 30 g de pimentão verde cortado em rodelas, 30 g de pimentão amarelo cortado em rodelas e refogue. Retire do fogo e reserve.
Em uma panela de barro com 50 ml de azeite de castanha-do-pará refogue 30 g de cebola roxa picada finamente, 30 g de tomate sem semente picado, 30 g de pimentão verde picado e 1 pimenta de cheiro picada até murchar.
Coloque 1 litro de caldo de tucupi, 3 colheres (sopa) de goma de mandioca diluída em 100 ml de água e misture bem e deixe ferver e engrossar. Acrescente 600 g de lombo de pescada cortado em cubos grandes e temperado com sal e deixe cozinhar por 4 minutos.
Adicione os pimentões refogados (reservados acima), 100 g de jambu cozido, 4 camarões com cabeça, rabo e casca temperados com sal, 2 colheres (sopa) de coentro picado grosseiramente, tampe a panela e deixe cozinhar por cerca de 15 minutos. Retire do fogo e sirva em seguida com pirão.

MONTAGEM
Em pratos de servir coloque uma porção de pirão, uma porção de moqueca e sirva em seguida.
 
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